Sessão Nostalgia Sabor Menta

Todos temos lembranças marcantes de nossa infância. Uma de minhas lembranças tenras e doces são as balinhas de menta da vó Erica (outra lembrança doce é o pão doce da vó Lúcia).

Vovó Erica sempre tinha balinhas de menta na bolsa dela ou no baleiro guardado na cozinha de sua casa.
Não morávamos na mesma cidade, mas sempre que ela queria fazer um agrado de vó, quando nos encontrava, a balinha de menta naquele papelzinho verde estava à disposição.

Hoje estávamos passando em frente à loja The British Lolly Shop, uma daquelas lojinhas que lembra infância, que faz você entrar na loja só para confirmar se você vai encontrar o sabor do passado lá. Não tivemos dúvida, tanto eu quanto o Guilherme estávamos nostálgicos, queríamos encontrar o conforto do sabor de casa.

Depois de olhar vários tipos imagináveis de balas, eu não encontrava nenhuma balinha verde que me lembrasse a balinha de menta da vó Erica. As balas verdes sendo vendidas lá eram de outros sabores, algumas até com sabor azedinho.

Por sorte, uma senhora muito simpática veio nos atender e perguntou o que estávamos procurando. Disse para ela que queria bala de menta, mas queria uma que lembrasse o sabor da bala de menta da vó Erica. Depois de me mostrar quase uma dezena de opções, ela me deu uma amostra de uma bala de menta que mais parecia fechar com meu gosto. Bingo! O mesmo sabor da bala de menta da vó Erica.

O fato é que, sem a ajuda da simpática senhora, nunca acharia a bala desejada. Aqui ela está numa embalagem azul sem-graça (e a bala sequer verde é). Mas o sabor, ah, esse sim. Vovó Erica, hoje comi algumas balinhas de menta em sua memória. Tenho certeza de que você aprovaria essas balinhas pálidas em papel azul, só para sentir o gosto doce do passado embalando boas recordações.

Foto retirada do site http://www.bodegal.com.br/Bala_Menta.html

Atendimento pré-natal no hospital público

A opinião geral da comunidade brasileira vivendo na Austrália é que os médicos aqui, no mínimo, são menos atenciosos do que estamos acostumados. A partir daí, as histórias são inúmeras. Eu mesma tenho várias histórias para contar, que chocam nossa expectativa quanto aos médicos.

Portanto, querendo aceitar um conselho, sempre esteja antenado, lembre das aulas de biologia e apele para o google para informar-se. Afinal, se até os médicos "googlam" na frente da gente para nos dar um diagnóstico, por que não podemos fazer o mesmo?

O atendimento pré-natal no hospital público, entretanto, tem sido muito bom, o que me deixou surpresa de maneira muito positiva. Acho que o atendimento tem sido positivo pelo simples fato de gravidez não ser doença e sim algo natural.

Pelo fato de uma gravidez ser algo natural, o sistema público de saúde oferece serviços de parteira. Será a parteira que acompanhará seu pré-natal e será ela que ajudará a dar luz.
As parteiras são profissionais qualificadas que passaram pela faculdade de enfermagem e fizeram pós-graduação em "partos" (como traduzir midwifery?).

A grávida terá, pelo menos, uma consulta com um obstetra, que dará o aval final sobre o pré-natal continuar com as parteiras.
No meu caso, tive minha primeira consulta com o obstetra com 16 semanas de gestação e por ela me achar muito magra (fazer o quê, ela não me conhece) fui encaminhada para um endocrinologista (para verificar se a tireóide está funcionando normalmente) e uma nutricionista (vão me colocar em "engorda"). Ainda voltarei mais uma vez para uma consulta com o obstetra e, se tudo estiver normal, serei "liberada" para ser acompanhada pelas minhas queridas parteiras.

Por que falo "minhas queridas parteiras"? Por que elas são muito mais humanas e empáticas. Parecem não estar com pressa e conversam com você de maneira calma e confiante. Ou seja, para uma mulher cheia de hormônios, com dúvidas diversas na cabeça, nada melhor que alguém calmo e confiante que te entenda.

Se você leu até aqui, já deve ter notado que sistema público significa parto normal. A grávida não pode simplesmente optar por uma cesariana. Ela pode pedir por uma anestesia peridural durante o trabalho de parto, mas já ouvi muitas histórias em que as parteiras vão adiando a tal da anestesia até que seja tarde demais. Eu, pessoalmente, estou mais assustada com a anestesia do que com o parto, e espero ser "forte" o suficiente para não pedir uma. Mas nunca se sabe, né?

O sistema público irá oferecer todos os exames necessários para confirmar se a gravidez está sendo saudável. Já perdi a conta de quantos exames já fiz, quanto sangue já retirei. Eles tentam cobrir todos os detalhes possíveis e isso me deixa muito confiante e tranquila.

Eu ainda não sei todos os exames que farei durante a gravidez, mas posso descrevê-los à medida que acontecerem. Sei que, de praxe, a grávida fará, no mínimo, dois ultrassons (ou serão três?) e vários exames de sangue.

Eu, pessoalmente, já fiz um ultrassom e dia 29 farei outro. O primeiro, foi coberto parcialmente pelo Medicare (Medicare cobriu $60.00), pois tenho acima de 35 anos e tratava-se de um exame para verificar doenças de ordem genética no bebê (translucência nucal). Os próximos serão cobertos pelo sistema público. Falo próximos porque "ganhei" dois ultrassons de bônus, para verificar o crescimento do bebê, considerando meu IMC baixo.

O ultrassom morfológico, marcado para o dia 29 de fevereiro, é direito de toda grávida e é realizado aproximadamente nas 20 semanas de gestação. Ele é coberto pelo sistema público.

Como vocês podem ver, o atendimento tem sido muito bom, não tenho do que reclamar. A parte que tem me prejudicado é que as consultas são marcadas muitas vezes em cima da hora. Eu recebo uma ligação num dia, dois dias depois tenho que comparecer ao hospital. Isso tem acabado com meu trabalho. Trabalho como "casual", isso quer dizer que não tenho clientes todos os dias e tem acontecido muito de ter faltar trabalho exatamente no dia que teria clientes. Mesmo quando as consultas são marcadas com antecedência, elas são muito concorridas, então a data disponível tem que ser aceita. É o preço que estou pagando, mas não posso reclamar, não teria condições de optar pelo atendimento privado, então, estou no lucro!

Provavelmente ainda falarei muito sobre gravidez aqui e contarei algumas historinhas sobre por que é bom sempre lembrar das aulas de biologia e contestar os médicos. Afinal, não é porque é um médico que está à sua frente você deve aceitar tudo como verdadeiro.

Até a próxima...

Estou grávida e vivendo na Austrália... E agora?

Acho que a simples pergunta "Estou grávida, e agora?" já é suficiente para aflorar milhões de dúvidas e preocupações. E quanto a ficar grávida num país que você não nasceu e ainda tenta se familiarizar aos costumes (principalmente os relativos a procedimentos médicos)?

Vou tentar neste post ajudar às mamães imigrantes de primeira viagem que precisam de informações básicas sobre como prosseguir com pré-natal em terras australianas.

Eu tive a sorte de ter várias amigas que já passaram pela mesma situação antes de mim, assim eu as bombardeio de perguntas e ficamos trocando muitas idéias. Lembro de uma amiga ter comentado que ela foi a primeira da turma a ser mãe e de como ela teve que aprender sozinha várias coisas sobre o sistema "pré-natal" australiano.

As informações que vou descrever são baseadas puramente na minha experiência pessoal, utilizado o sistema público de saúde. Nós optamos por não ter um plano de saúde privado, pois achamos que há poucas diferenças entre público x privado e que o custo-benefício de longe não vale a pena.

Quando falo de sistema público, falo do Medicare, que é o "SUS" da Austrália. Todo residente permanente ou cidadão australiano tem direito ao Medicare.

O sistema público, basicamente, funciona assim: toda vez que você necessita de um médico, você deve ir primeiro ao clínico geral, ou GP (general practitioner), que provavelmente será o "médico da família". Se o GP achar que o caso vale maiores investigações, ele irá encaminhar você para um especialista, através de uma carta de referência. Se você opta por um especialista do sistema público, provavelmente você será encaminhado para o hospital público mais próximo de sua casa, que possui médicos especialistas em diversas áreas.
A maioria dos GPs cobra as consultas "bulk billing", que quer dizer que o médico não está cobrando o "gap", ou seja, a diferença entre o valor máximo que o Medicare cobre e o valor da consulta médica.

Se você desconfia ou espera estar grávida, vá para a farmácia mais próxima e compre um teste de gravidez. É a maneira mais rápida, barata e eficiente de descobrir a gravidez.

Confirmada a gravidez, você terá que ir ao seu GP, como de praxe. Ele irá fazer a consulta básica inicial, solicitar exames de sangue, urina, primeiro ultrasom, entre outras coisas necessárias. Não espere ser encaminhada ao hospital no primeiro trimestre. O hospital só irá atendê-la a partir da 11a semana, aproximadamente.

O GP irá acompanhá-la nas primeiras consultas durante o primeiro trimestre, que não serão muitas. Logo nas primeiras consultas ele irá entregar a carta de referência (referral letter) que deverá ser entregue no hospital escolhido. O número de pacientes nos hospitais públicos é grande, portanto, tente marcar logo a primeira consulta e exames que precisam ser realizados em algum tempo determinado (específicas semanas da gravidez), pois você sofre o risco de não conseguir os exames e ter que partir para clínicas particulares.

Assim que você conseguir a primeira consulta com o hospital, você provavelmente não terá que ir mais ao seu GP, a não ser que você opte pelo pré-natal compartilhado, onde GP e hospital acompanham sua gravidez.

Nos próximos posts falarei sobre o atendimento no hospital e os exames cobertos pelo sistema público.
Como já havia comentado em posts anteriores, desculpe se o assunto ficou muito maternal, mas acho que sempre podemos ajudar com algumas informações.

Imagem retirada de http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=3849

Nosso final de semana em Bulli

O verão por aqui está uma porcaria, o pior dos últimos 50 anos, diga-se de passagem. Não está quente, chove muito, mas muito mesmo e aqueles programinhas de verão ficam bem restritos quando o tempo resolve ficar de bom humor e os 5 minutos de temperatura acima de 30 graus nos agraciam.

Nós e nossa turma de amigos programamos acampar no último final de semana. Programamos o camping há mais ou menos 1 mês atrás, rezando para que o dia escolhido pelo menos não trouxesse chuvas intensas. Bem, não foi bem assim.

Resolvemos acampar em algum lugar perto de Sydney, pois sair na sexta à noite para voltar no domingo é dose, só ficando pertinho mesmo. O lugar escolhido, considerando distância e comodidade, com o auxílio do Google Maps, foi Bulli.

Bulli é um subúrbio ao norte de Wollongong, uma cidade ao sul de Sydney, basicamente industrial (terceira maior do estado), focada em minas de carvão, produção de aço e atividades porturárias.

Até então, sabíamos que ficaríamos em um camping situado no meio da cidade, mas à beira do mar. O camping é interessante, mas considerando todos os outros campings que já ficamos por aqui, não bateu aquela "admiração". Pessoas um pouco estranhas acampando por lá, um cemitério enorme nos fundos do camping (vizinhos quietos, pelo menos), segurança à noite (isso é difícil de ver por aqui).

Chegamos sexta à tarde, com uma chuva que não parava desde quinta de manhã. Sim, a grama estava encharcada, mas a previsão do tempo prometia que sábado e domingo seriam dias perfeitos.
Pena que a sexta-feira não foi. Montamos as barracas abaixo de chuva, montamos nossa "cozinha" comunitária em cima da grama molhada mesmo e calçamos nossas havaianas, o melhor calçado para condições como estas.

Jantamos e conversamos abaixo de chuva e fomos dormir abaixo de chuva. Com a chuva torrencial da madrugada, ninguém imaginava que o sábado fosse trazer algum raio de sol.

Para nossa surpresa, o sábado amanheceu nublado, mas só até terminarmos nosso café da manhã. Assim que vimos o sol, depois de quase uma semana de chuva, nos "besuntamos" de protetor solar e fomos para a praia. A previsão estava certa! O dia ficou quente, sem vento, com um céu azul lindo! Foi meu primeiro banho de mar para este verão e estava uma delícia!

Domingo também foi maravilhoso, mais quente ainda. Desmontamos acampamento e fomos rumo ao norte. Paramos no Royal National Park, na praia de Garie. Praia gostosa, água verdinha, muito lindo.
Para entrar em qualquer praia do Royal National Park você precisa pagar uma taxa de 11 dólares. Nesta praia, existe somente um quiosque que vende lanches. Então, querendo almoçar bem, traga de casa. Aliás, foi neste quiosque que experimentamos o pior hamburguer de nossas vidas. Fica a dica, levem lanche.

O final de semana estava maravilhoso, o camping saiu melhor do que o previsto. Tivemos alguns contratempos, como ter comida roubada da geladeira da cozinha do camping, o que deixou nossos amigos "sem" café.

Eu não recomendaria este camping específico para ninguém, mas isso é motivo para procurarmos outros lugares no futuro e podermos contar novas aventuras.

Aqui, algumas fotos do final de semana.

Já é 2012...

Eu gostaria de ter postado antes, de fazer retrospectiva, de falar sobre novidades do ano novo.
Ainda tá valendo? Acho que sim, né... Afinal, o primeiro mês do ano ainda nem acabou.

2011 foi um ano relapso para este blog. A vida cada vez mais rotineira, os lugares cada vez mais conhecidos, os assuntos cada vez mais pessoais, parece que o blog não tem o que contar. Uma pena, a criatividade está deixando a desejar, o tempo está sendo tomado por tarefas comuns, além de parecer voar. Noto que o número de posts é inversamente proporcional ao tempo que fico no trabalho.

Mas deixa pra lá, quem sabe esse ano tenha assuntos mais interessantes e específicos, pois 2012 será tudo, menos normal. Se arriscaria uma palavra, diria que 2012 será intenso, muito intenso.

Em janeiro do ano passado fiz uma lista de objetivos para o novo ano que se iniciava. Lá pela metade do ano estava desanimada com alguns itens da minha lista, mas, para minha surpresa, consegui alcançar todos!

O ano começou preguiçoso, verão deixa todos mais relaxados e assim vivemos nosso verão. Vivemos o verão mais quente dos últimos 30 anos, com temperaturas na faixa dos 45 graus Celsius. Lembro estarmos na praia, acampando, no dia mais quente do ano. 40 graus Celsius na beira da praia. Muito quente.

2011 foi o ano de receber novos amiguinhos nas nossas vidas. Amigos muitos queridos tiveram sua família aumentada e todas as pequenas e gostosas criaturas já tomaram conta de nossos corações (amor à primeira vista).

O primeiro semestre anunciou notícias preocupantes na família. Estar longe quando uma crise se instala na família é dolorido. É ter que lidar com o problema a milhas de distância e com o próprio coração também. É tentar manter a cabeça no lugar e pensar com calma e ponderação. É querer voltar correndo para o Brasil, mas também ser racional. O ano acabou e a luta persiste. O coração está mais calmo e as perspectivas são boas. Mas o coração, esse danado, às vezes insiste em doer.

Culturamente, 2011 foi bem menos intenso que 2010, quando fomos a diversos shows. Acho que fomos somente assistir ao espetáculo do Circo du Soleil, que já valeu muito.

Segundo trimestre começou agitado. Viagem para Argentina e Brasil. Primeiro, um pouco de turismo na terra dos hermanos e depois matar muito as saudades da família e amigos no Brasil. Fiquei por lá quase 2 meses, e valeu cada minuto. Tão bom poder visitar a irmã todo dia e comer comida de mãe de manhã, de tarde e de noite.Bom poder afofar o irmão, sobrinhos, cunhados. Muito bom rever amigos e ver que as amizades e sentimentos não mudam. Muito bom comemorar formatura da amiga de infância, fazer festa com outros amigos e compartilhar muita comida com todos.

Desde que voltei do Brasil, o trabalho ficou agitadíssimo e não vi o resto do ano passar. Ocupar a cabeça com trabalho e afazeres permitiu com que nós realizássemos um sonho que estávamos correndo atrás há um ano: engravidar!

Ficamos um ano com toda a ansiedade que querer conceber um filho pode proporcionar. O tempo passava e com ele a certeza de que alguma coisa estava errada. Exames, preocupações, muitos conselhos, dicas... Nada adiantava. Acho que o sentimento de "deixa pra lá" aliado ao trabalho intenso ajudaram a esquecer do assunto e finalmente o que deveria acontecer, aconteceu.

Os útlimos meses de 2011 foram de êxtase e de preocupações. E se algo der errado no primeiro trimestre?
Vivemos os últimos meses do ano com muita alegria e cautela, deixando todos os detalhes e acontecimentos para 2012.

Passamos o Natal com amigos queridos e Ano Novo dormindo na nossa barraca (coisas de grávida com dor de cabeça  e indisposição). Começamos 2012 renovados e assustados com tanta novidade que nos espera.
2012 será intenso, só posso dizer isso.

Será o ano que seremos pais, que a vida vai virar do avesso, que as alegrias e experiências únicas irão acontecer. Será o ano que, pela primeira vez desde que estamos aqui, receberemos alguém do Brasil em nossa casa. Será o ano que poderei mostrar para minha mãe um pouquinho do que é viver aqui e, mais importante, seu neto(a).

Pode ser que assunto do blog torne-se um tanto repetitivo e relacionado à maternidade, gravidez, filhos... Mas vou tentar fazê-lo de maneira informativa. Tenho recebido muita ajuda dos amigos que já são pais e já sabem todos os processos que uma grávida e recém-nascido enfrentam por aqui.

Vou tentar manter o blog mais atualizado e interessante. Quem sabe isso fica como objetivo para 2012.
A todos desejamos um 2012 muito especial e alegre.

Break de Natal

Aqui na Austrália é muito comum tirar uma folguinha na semana entre o Natal e Ano Novo (ou até mais). Aliás, é muito comum tirar pequenas férias algumas vezes ao ano. Tipo, você programa uma viagem de uma semana, 15 dias e tira esses dias.

É claro que existem também algumas empresas que, de praxe, concedem férias somente uma vez ao ano, mesmo que o trabalhador tenha direito a determinados dias de férias para um determinado número de horas trabalhadas, o que permitiria tirar pequenas férias ao longo do ano.

Mas o assunto não é o quanto de férias a gente pode tirar por aqui, mas sim as férias em si.

Como todo ano, tiraremos umas mini-férias entre Natal e Ano Novo. E adivinha o que faremos? Acampar, é claro.

Acampar é o programa nacional da Austrália. Os campings daqui são alto nível e muito concorridos. Possuem ótimos banheiros, piscinas aquecidas, quadras de tênis e várias outras atividades.

E, para variar, começamos a procurar campings tarde demais. Ficamos dias mandando e-mails para vários campings que nos interessaram, todos lotados! Felizmente conseguimos um, não muito longe de Sydney.

Nossa intenção era acampar em algum lugar em Jervis Bay (ao sul de Sydney), que é conhecida pelas praias com areia mais branca que existe! Não conseguimos.

Então, iremos rumo ao norte, na região de Lake Macquaire. Essa região é bem calminha, os campings de lá são cheios de pessoas aposentadas, tudo muito calminho...

Depois de um mês de novembro e dezembro bem turbulentos, tanto no trabalho quanto fora, nada mais convidativo do que ficar uma semana sem TV, sem modernidades, só curtindo a vida.

Enquanto a semana merecida não chega, vão aqui algumas fotos dos nossos campings passados...


Beauty and the Geek - Momento Lobotomia na TV

Beauty and the Geek (A Bela e o Nerd, tentando traduzir) é um programinha desses que se intitula "experimento  social" e que reúne beldades e geeks.

Pois então, tem uma versão australiana que rola por aqui. O programa se resume a reunir casais (beauty + geek)  que concorrem por um prêmio final. Durante o programa, os geeks participam de tarefas mais voltadas à assuntos sociais e populares e as beauties participam de tarefas voltadas à assuntos acadêmicos.

Eu fico pensando o que faz geeks se submeterem a tal tipo de exposição com esse programa, já que é um reality show, para mim.
No fundo, acho que esses geeks estão mais para geeks do Big Bang Theory do que outra coisa. Afinal, ser geek está na moda, né?

As fotos falam por si (retiradas do site oficial http://au.tv.yahoo.com/beauty-and-the-geek-australia/).
Aqui são alguns deles antes do "makeover"

Aqui, fotos do "depois". Consegue reconhecer alguns? E me diz, o que são todos aqueles músculos do ruivinho? De ficar na frente do computador?

abcs